Detector de segredos expostos
Cole um trecho de código, um arquivo .env, um JSON ou a exportação de um fluxo e descubra se há credenciais no texto antes de commitar, enviar ou compartilhar.
Texto a verificar
Achados
O que a ferramenta faz
Ela lê o texto que você colou e procura trechos com a cara de credencial: tokens do GitHub, chaves de acesso da AWS, chaves de API do Google e do Stripe, tokens do Slack, chaves privadas PEM, JWT, cabeçalhos Authorization, strings de conexão com senha, URLs com usuário e senha e atribuições como password=, secret: ou api_key = com um valor literal. Para cada achado mostra a linha, o tipo, o nível de confiança e o valor mascarado: só os primeiros e os últimos caracteres aparecem, nunca o segredo inteiro, e a linha original não é repetida.
Como usar
- Cole o texto no campo. Pode ser um arquivo de configuração, um trecho de script, o JSON exportado de um fluxo ou um log.
- Clique em Procurar segredos. Use o seletor de confiança para esconder achados fracos.
- Para cada linha da tabela, confirme se é uma credencial real. Se for, siga a orientação: revogar ou rotacionar primeiro, limpar o histórico depois.
- Copie o relatório mascarado se precisar registrar o incidente. Ele não contém o segredo completo.
Exemplo com resultado
O botão de exemplo carrega um texto fictício com um token de formato do GitHub, uma access key da AWS, uma connection string do PostgreSQL com senha e uma atribuição const password = "...". Ele também traz um api_key = "<sua-chave>" e um token=${TOKEN}. O resultado são quatro achados, e as duas últimas linhas são ignoradas de propósito, porque são placeholders e referências a variáveis, não segredos. Um token como ghp_ mais 36 caracteres aparece, por exemplo, como ghp_************6Z (40 car.).
Níveis de confiança
- Alta: formato muito específico, como os prefixos de token do GitHub (
ghp_,gho_,ghu_,ghs_,ghr_,github_pat_), access keys da AWS (AKIAeASIA), chaves secretas do Stripe em produção (sk_live_,rk_live_), tokens do Slack (xoxb-,xoxp-,xapp-), chaves privadas PEM e URLs com senha. - Média: formato conhecido, mas que pode ser público ou de baixo impacto, como chaves de teste do Stripe, JWT, chaves do Google (
AIza...) e atribuições com valor que parece uma senha. - Baixa: atribuição a um nome como
passwordcom valor curto ou só com letras. Pode ser uma senha real de ambiente de desenvolvimento ou apenas um texto qualquer.
Falsos positivos evitados
A ferramenta ignora valores de exemplo e de substituição: sequências como xxxx ou ****, textos entre < >, referências como ${VAR}, $VAR e %VAR%, palavras como changeme, password ou null, e referências de código como process.env.SENHA. Mesmo assim, algum alarme falso pode aparecer: o que decide é a sua leitura do contexto.
Limites e o que a ferramenta não faz
- Só encontra o que reconhece. Uma senha escolhida por uma pessoa, em um campo com nome incomum, não será achada. Nenhum achado não prova que o texto está seguro.
- Não testa se a credencial ainda funciona nem consulta o provedor: tudo roda localmente no navegador e nada é enviado a servidor algum.
- Não analisa o histórico do Git nem arquivos do seu computador; só o texto colado. Para repositórios inteiros e para bloquear commits, use uma ferramenta de varredura no pipeline.
- Não cobre formatos antigos ou raros e não decodifica Base64 em busca de segredos escondidos.
- Procure sempre também por chaves em capturas de tela, planilhas e mensagens de chat, onde esta ferramenta não alcança.
Perguntas frequentes
O texto que eu colo é enviado a algum servidor?
Não. A análise acontece no seu navegador e a saída só mostra valores mascarados. Ainda assim, evite colar credenciais reais em qualquer ferramenta se puder trocar por valores fictícios antes.
Encontrei uma credencial real. Basta apagar a linha?
Não. Se ela chegou a um repositório, a um chat ou a um fluxo compartilhado, assuma que foi copiada. Revogue ou rotacione a credencial no painel do provedor, depois remova do histórico e revise os logs de uso do período. Em seguida passe a guardar segredos em um cofre ou em variáveis de ambiente.
Por que um achado de baixa confiança aparece?
Porque senhas literais são o vazamento mais comum e não têm formato próprio. A atribuição a um nome como password já merece uma olhada. Use o seletor de confiança para ocultar esses casos quando o texto for grande.